31 de jan de 2015

Sorteio: Trilogia Feita de fumaça e osso


Demorou para sair promoção nova, mas pelo menos comecei em grande estilo, não? Nesse último dia de janeiro (oi?) estou inaugurando o hall de promoções aqui do blog com essa belezura que é a trilogia Feita de fumaça de osso. Sim, os três livros - incluindo o lançamento do mês: Sonhos com deuses e monstros! Eu sei, eu sei, TÁ BÃO DEMAIS!
Pelos quatro cantos da Terra, marcas de mãos negras aparecem nas portas das casas, gravadas a fogo por seres alados que surgem de uma fenda no céu. Em uma loja sombria e empoeirada, o estoque de dentes de um demônio está perigosamente baixo. E, nas tumultuadas ruas de Praga, uma jovem estudante de arte está prestes a se envolver em uma guerra de outro mundo. O nome dela é Karou. Seus cadernos de desenho são repletos de monstros que podem ou não ser reais; ela desaparece e ressurge do nada, despachada em enigmáticas missões; fala diversas línguas, nem todas humanas, e seu cabelo azul nasce exatamente dessa cor. Quem ela é de verdade? A pergunta a persegue, e o caminho até a resposta começa no olhar abrasador de um completo estranho. Um romance moderno e arrebatador, em que batalhas épicas e um amor proibido unem-se na esperança de um mundo refeito.

Regras:

  • É necessário endereço de entrega no Brasil;
  • Todas as informações requisitadas serão conferidas, e quem não estiver seguindo todas as regras será desclassificado;
  • O sorteio será feito pelo Rafflecopter e o resultado será divulgado no blog, em até 3 dias após o término da promoção, no dia 28/02;
  • O ganhador tem um prazo de 72 horas após a divulgação do resultado para entrar em contato com o blog e enviar o endereço;
  • O prêmio será enviado para o ganhador no prazo de 30 dias;
  • Não nos responsabilizamos por extravios cometidos pelos Correios.  

Beijinhos e boa sorte!

30 de jan de 2015

Beautiful Redemption — Jamie McGuire

Sexta feira. Dia de resenha de livro gringo. Aqui. Oficial. É sério, pode cobrar.

Beautiful Redemption - Maddox Brothers #2Autora: Jamie McGuire
Editora: Independente
ISBN: B00Q6JAL76
Páginas: 380
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Então eu li. Comecei como quem não queria nada, abrindo só para bisbilhotar a escrita de Jamie McGuire em seu novo livro. Querendo ler apenas dez páginas, passei da metade. Dormi três horas a menos essa noite. Para ler o restante, me atrasei uma hora e meia para o trabalho. É isso que essa autora faz com minha vida. Não estou em meu melhor estado, mas pelo menos tive uma leitura maravilhosa nas pouquíssimas horas que levei para devorar Beautiful Redemption. Meio que compensa, né?

Nesse livro vamos um pouco mais longe de Eastern para encontrar Thomas na Califórnia, em seu trabalho secreto para o FBI, o qual ninguém de sua família sabe... por pouco tempo, já que as consequências do incêndio no Círculo estão batendo a porta e Travis pode ser preso. Trabalhando nas investigações também está Liis, recém transferida de Chigado. Eles são vizinhos, colegas de trabalho, e tiveram um caso de uma noite quando ela tinha chegado na cidade e não conhecia ninguém. Eles também vão precisar trabalhar disfarçados como casal para ajudar no caso de Travis.

É notável o amadurecimento na escrita da autora, na forma como o enredo é construído e desenvolvido. Não é mais apenas um romance com personagens complicados, tem realmente um plot conciso por trás, algo que, até então, McGuire nunca tinha trabalhado com afinco. O mais interessante (impressionante, até) é como tudo se encaixa, inclusive com os livros anteriores. Parece que todos os acontecimentos dos quatro livros antecessores serviram para levar até Beautiful Redemption. Então que a grande redenção que o livro trata acontece justamente com a autora, pois é nesse livro que ela faz direito o que fracassou tão brilhantemente em Belo Casamento: dar a devida importância ao incêndio e concluir esse plot que significou bem mais que só-mais-um-problema-dentre-tantos-para-Abby-e-Travis, sabe? Finalmente, FINALMENTE, ela já pode virar a página.

É importante para o enredo que Thomas e Liis tenham se envolvido logo de cara, no primeiro capítulo. É um pouco inesperado por conta dos livros anteriores, que havia aquele singelo circuito de gato e rato, mas aí é que está: Beautiful Redemption é diferente. Não apenas por começar com pegação, mas porque isso deu abertura para uma intimidade entre Thomas e Liis que não haveria caso ela tivesse o conhecido só como seu chefe. Thomas é um chefe muito insuportável, aliás, e o fato de Liis já tê-lo visto como veio ao mundo, dá uma certa intimidade que é o forte do relacionamento dos dois. Por essa "bagagem", ela não sente que deve sentir medo dele como todos seus colegas de escritório. Ela tem a grande ousadia de não baixar a cabeça e responder a altura. Liis coloca Thomas em seu lugar tantas e tantas vezes que eu interrompia a leitura para aplaudir. GO, GIRL!

Mas falando em redenção, Thomas tem uma longa tarefa pela frente. Por um lado, há a redenção que ele acredita precisar: por ser o irmão mais velho e ter falhado com a família, já que tem um emprego secreto no governo e isso não basta para salvar a pele do irmão caçula. E há também a redenção com o leitor. Se você não leu o livro anterior, sugiro que pule o próximo parágrafo e vá direto para o final. 

Então: redenção. Não sei você, mas criei uma péssima imagem de Thomas durante Bela Distração. Em Beautiful Redemption, criei uma péssima imagem de Camille. Não sei como a autora consegue isso, mas consegue. Você fica com tanta dó de Thomas por ter seu coração partido, e principalmente pela dificuldade que ele tem em superar. Depois da pena, surge a raiva. Raiva por Cami ser tão boazinha e querer ser amiga quando MOÇA, DEIXA ELE EM PAZ, JÁ NÃO BASTA ESTAR COM SEU IRMÃO?. E, junto a isso, é bastante irritante o modo como Liis se sente insegura perto da ex e cria fantasias em coisas que nem existem, mas que ameaçam o relacionamento. Enche o saco, mas é compreensível. Quero que no próximo livro Camille e Liis se tornem amigas e eu volte a gostar de todo mundo como era até ontem.

É incrível. Jamie McGuire fez seu feitiço novamente e, para esse livro, o pacto estava renovado. Beautiful Redemption é tão intenso quanto os trabalhos anteriores, porém mais ousado e coerente. Mais bem escrito, mas bem delineado, o trabalho de McGuire levado ao seu melhor momento. A autora está de parabéns. Não é mais do mesmo. É melhor. Garanto que por essa ninguém esperava, né?

Nível de inglês: Fácil.

29 de jan de 2015

Intenso demais — S. C. Stephens


Intenso demais — Rockstar #1Autora: S. C. Stephens
Editora: Valentina
ISBN: 9788565859240
Páginas: 464
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Sinto que estou me tornando repetitiva. Quantas vezes já elegi minhas tramas favoritas em ordem de amor? Se você acompanha o blog a mais de uma semana, deve saber que meu maior guilty pleasure são livros protagonizadas por pessoas comuns que se envolvem com celebridades. Talvez eu goste porque alimenta minhas esperanças de que Ed Sheeran se apaixone perdidamente por mim, talvez não. O que importa é que sempre que algum autor resolve escrever esse plot, minha vontade de ler já vai ao ápice. E bate o ápice. E se existe algo depois do ápice, vai lá também. Eu fico nessa até ler... Você sabe como funcionam guilty pleasures, não?

Se não quer admitir cof cof, eu explico: guilty pleasure são livros que você gosta. Se são bons ou não, não importa: você gosta. Na maioria das vezes não vai ser bom. Você vai saber disso em cada página que lê. Vai se deparar com situações que seriam absurdas na vida real e personagens imperdoáveis, mas não vai se importar. Intenso demais, primeiro livro da trilogia Rockstar, é tudo isso. Exatamente isso. Tão isso que o pensamento que não saiu da minha mente durante a tarde que li é "como eu consigo gostar disso?". Mas aí é que está: eu gosto.

O clichê vai cercar a vida de Kiera, que namora Denny há quase dois anos e sabe que ele é o amor de sua vida. Tanta certeza que larga tudo que conhecia para segui-lo até Seattle, onde ele recebeu uma oferta de emprego irrecusável. Eles dividem apartamento com um amigo de infância de Denny, Kellan, irresistível líder de uma banda celebridade local. As garotas se jogam aos pés do cara, e mesmo na estabilidade de sua vida amorosa, Kiera se sente atraída. Não deveria, mas como eu disse: irresistível.

O triângulo amoroso foi formado desde o princípio: de um lado a estabilidade de um casal amoroso que parece casado há alguns anos, do outro um guitarrista/vocalista badboy, lindo de morrer, que consegue ser um amor quando quer.Até aí, nada de errado ou de novo. Eu, inclusive, fiquei bastante surpresa ao perceber que, na graça de sua inocência, Kiera não estava morta e reparou que o colega de apartamento era um pão. Foi até meio exagerado repetir sobre a beleza do rapaz cada vez que ela o via (eu já saquei que os bíceps são incríveis, ok? Próxima), mas ainda assim, deu o primeiro indicio que ela não era tão inocente quanto aparentava.

Porém isso leva a parte complicada: traição. Kiera é uma bichinha egoísta que quer todos os caras bonitos para si, o que rende o mimimi proveniente da insegurança seguida por uma infinita indecisão. Ela quer os dois, então brinca com os sentimentos de Kellan e deixa Denny no escuro. É errado, amiga, muito errado. Com os dois. E isso incomoda, porque não está certo e é uma atitude bem condenável da protagonista. Ela está lá toda bonitinha brincando de ser o símbolo da inocência, que não consegue falar nada pior do que "droga", quando na verdade, não é nada disso. Ela não apenas trai Denny uma vez, como continua traindo e dizendo para Kellan que vai largar o namorado para ficar com ele. E não me venha com essa história de sentir culpa, porque, olha só, errar uma vez é conversável, um livro inteiro... Olha, amiga, assim não tem como te defender.

É por isso que eu acho tão errado gostar desse livro. A base dele é um relacionamento errado. Porém, ao invés de condenar todo mundo como um pacote, temos Kellan. Kellan que, por incrível que pareça, consegue redenção com o leitor sem nem precisar implorar. É por ele que você quer que Kiera dê um jeito na sua vida, faça uma escolha, termine logo com Denny. O personagem tem aquela sofrência que atinge profundamente a leitora de new adult que gosta de clichês (a.k.a. euzinha) e é total mérito dele que o livro funcione com todos os seus apesares. 

Eu consigo não gostar de new adults quando vejo que não são bons, mas no caso de Intenso demais, a autora conseguiu trabalhar certos elementos para que falassem mais alto que alguns princípios. Porém é como eu disse antes, isso funcionaria apenas e unicamente na ficção, e é aceitável apenas se tratando de um livro de gênero cujos leitores se preocupam com o romance e pouco além disso. No final das contas, você consegue enxergar todos os defeitos (que não são poucos nem discretos), mas também não consegue largar e termina com vontade de quero mais. Foi mais forte que eu, que... droga.

28 de jan de 2015

Por meio desta eu afirmo: 05 livros que leio antes das férias acabarem...


... ou tento. Vou tentar e já considerar grande feito, é isso. Você tem noção de quantos livros eu tenho na estante parados para que um dia eu tenha a boa vontade de pensar em ler? Nem eu. Só sei que é bem mais que meu número de dedos que tenho para contar. Porém nessas férias eu vou dar uma chance para os livros que estão estacionados a muito tempo. Cinco livros ignorados foram selecionados e, desculpe, vou deixar de ignorá-los.


'A Menina Submersa - Memórias' é um verdadeiro conto de fadas, uma história de fantasmas habitada por sereias e licantropos. Mas antes de tudo uma grande história de amor construída como um quebra-cabeça pós-moderno, uma viagem através do labirinto de uma crescente doença mental. Um romance repleto de camadas, mitos e mistério, beleza e horror, em um fluxo de arquétipos que desafiam a primazia do 'real' sobre o 'verdadeiro' e resultam em uma das mais poderosas fantasias dark dos últimos anos. 
Quando eu quis ler A menina submersa, eu ainda estava numa vibe muito urban fantasy amante de sobrenatural. Quando o livro chegou, eu já tinha entrado em outra onda de leituras. No que isso dá você já sabe. Porém, contrariando a sinopse, os comentários que ouvi sugerem que o livro vai bem alem disso e faz da trama algo muito diferente e original, o que basta para que eu deixe o receio bobo de lado e dê uma chance. Se for tudo que disseram, A menina submersa vai ser uma leitura bem incrível.


Pierce tem dezessete anos de idade e sabe o que acontece quando morremos.
É assim que ela conheceu John Hayden, o misterioso estranho que fez ela voltar a vida normal — ao menos a vida que Pierce conhecia antes do acidente — quase inacreditável.
Embora ela pense que escapou dele — começando em uma nova escola em um novo lugar — confirma-se que ela estava errada. Ele a encontra.
O que John quer dela? Pierce acha que sabe… também acha que ele não é um anjo da guarda, e seu mundo sombrio não é exatamente o céu. Mas ela não consegue ficar longe dele, especialmente porque ele está sempre lá quando ela menos espera, exatamente quando ela mais precisa.
Mas se ela deixa cair qualquer coisa, ela pode se ver no lugar que ela mais teme. E quando Pierce descobre uma verdade chocante, sabe de onde John a salvou: o submundo.
Verdade seja dita: eu já passei da fase Meg Cabot. Meio que acabou junto daquela vibe urban fantasy amante de sobrenatural que eu falei ali em cima. Uma pena que essa vibe não acabou junto de todos os livros do gênero que eu tinha na estante. Mas, em nome dos bons tempos, eu vou tentar ler algo jovem da autora. Vou tentar de novo, pois nas férias passadas eu também comecei Abandono e, obviamente, abandonei. Alguém quer fazer elogios para eu já começar mais animada?


Juliet Moreau construiu sua vida em Londres trabalhando como arrumadeira - e tentando se esquecer do escândalo que arruinou sua reputação e a de sua mãe, afinal ninguém conseguira provar que seu pai, o Dr. Moreau, fora realmente o autor daquelas sinistras experiências envolvendo seres humanos e animais. De qualquer forma, seu pai e sua mãe estavam mortos agora, portanto, os boatos e as intrigas da sociedade londrina não poderiam mais afetá- la... Mas, então, ela descobre que o Dr. Moreau continua vivo, exilado em uma remota ilha tropical e, provavelmente, fazendo suas trágicas experiências. Acompanhada por Montgomery, o belo e jovem assistente do cirurgião, e Edward, um enigmático náufrago, Juliet viaja até a ilha para descobrir até onde são verdadeiras as acusações que apontam para sua família.

Eu vi hoje a resenha maravilhosa da Mary e hoje mesmo já decidi que devo parar de ignorar A filha do louco porque não gosto da fonte da capa. Mentira, não é por isso (ainda que eu não goste da fonte), mas também não havia nada que me despertasse aquele interesse quando passava os olhos na lombada a procura da próxima leitura. Parecia um livro com potencial de bom, mas não para mim. Só que então a Mary me fez repensar e né, vem pra pilha, bebê!


Jojo é a personagem focada, com olhos bem atentos às nuvens para não errar o plano de vôo, mas como nada é perfeito... ela acaba se apaixonando por um dos seus chefes; justamente o casado.
Lily Wright ainda está colhendo os frutos de seu romance de estréia. Contudo, seu segundo livro parece que se nega a sair de sua cabeça, e o prazo de entrega... vai para o espaço.
Acontece que Lily ouviu os conselhos do "amor da sua vida" e gastou quase todo dinheiro na compra de uma casa. E agora?

Duas coisas fazem de The other side of the story o livro mais ozado da minha lista de leituras. Primeiro: são mais de 500 páginas em inglês. Isso não me atrapalha... se é um livro que eu realmente quero ler (como foi Clockwork Princess, por exemplo). Segundo: Marian Keyes. Ah, ela é rainha? Não é o que me lembro da minha última (e única) experiência com ela, alguns vários anos atrás. Mas ok, agora eu sou mais velha e mais madura e mais próxima das crises existências das personagens de chick lit (embora ainda longe, vlw flw) e vai que né. Quem sabe esse não é o começo de uma linda coleção?


A sensata Liis Lindy é uma agente do FBI. Decidida a ser casada somente com seu trabalho, ela rompe o noivado e se transfere de Chicago para o escritório de San Diego. Ela ama sua mesa. Está comprometida com seu laptop. Sonha com promoções e cumprimentar o diretor após resolver um caso impossível.
O agente especial no comando, Thomas Maddox, é arrogante, implacável e cruel. Ele é o encarregado de prender alguns dos criminosos mais difíceis do mundo, e ele é um dos melhores que a Bureau tem para oferecer. Mas, apesar das várias vidas que salvou, há uma que está fora de seu alcance. Travis, seu irmão mais novo, encara uma ordem de prisão por seu envolvimento em um incêndio que matou dezenas de estudantes universitários, e a mídia quer uma condenação. A única salvação de Travis é sua ligação incomum com a máfia. Em um acordo que irá poupar seu irmão, Thomas concordou em recrutar Travis para o FBI.
Liis é teimosa, desafiante, e ainda de alguma forma suaviza as arestas em Thomas, fazendo-a a agente perfeita para acompanhá-lo a uma cerimônia. Fingindo serem um casal, eles devem viajar com Travis e Abby para renovar seus votos na praia e lhe dar a notícia, mas quando o fingimento termina, ela começa a se perguntar se eles estavam fingindo em tudo.
Tradução sinopse: Livros e citações
Beautiful Redemption foi lançado ontem e já está na minha pilha de leitura abandonados da estante, o que é muito coerente da minha parte e me dá o prêmio de rainha da lógica entre, não sei, paredes. Mas, em defesa da minha sabedoria, fique sabendo que o grau de dificuldade de ler um livro que não chama atenção e ler um ebook é praticamente a mesma: exige muita dedicação para deixar a preguiça de lado. Enfim. O receio é que McGuire me decepcione assim como fez quando eu resolvi não esperar pelo lançamento em português e li Beautiful Wedding pouco depois de lançar na gringa. Deus abençoe que seja o caso de uma vez só e o novo livro dos Irmãos Maddox seja tão guilty pleasure quanto os anteriores (e compense a paciência que vou perder do meu estoque limitado por ter que ler no celular).

27 de jan de 2015

Twittando o amor — Teresa Medeiros


Autora: Teresa Medeiros
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581635552
Páginas: 202
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Twitter e amor: a maior verdade da vida. Estou dizendo para você: já vi romance em livros nascer por email, por facebook, por myspace, por carta, por sinal de fumaça, e essa foi a primeira vez que vi a mais excelente rede social de todas receber seu devido valor. Bastou a suspeita de ser um romance de 140 caracteres para que eu ignorasse a capa (que mais parece um não ficção sobre o twitter) e reservasse duas horas da minha vida para essas 200 páginas que pareciam ser muito delicinhas.

Como, de fato, foram. Twittando o amor vai falar sobre uma escritora, Abby, que está caminhando para se tornar uma autora de um best seller só. As vendas já não são mais como antes e parece que ela precisa encontrar novas formas de manter contato com os leitores. Por recomendação de sua agente, ela cria uma conta no twitter e seu primeiro reply se torna uma grande amizade virtual. Mark é um professor de literatura inglesa que tirou um ano livre para escrever um livro, e parece ter um apreço especial pela rede social do passarinho. Mais especificamente, um apreço especial pelos tweets de Abby.

É uma leitura ligeira, curtinha, com uma pequena parte em prosa para muitas páginas reservadas para tweets. Isso deixou a narrativa dinâmica, parecendo um grande diálogo cheio de tiradas maravilhosas (já que o twitter é a grande reunião de melhores pessoas da humanidade). O senso de humor é afiado, há aquela ironia clássica que a gente abusa quando há um pequeno limite de letras e simplesmente funciona quando quer criar simpatia pelo casal principal. 

Quer dizer, funciona para contar a história. Como twitter mesmo, há um certo descuido. Muito provavelmente tenha sido coisa da tradução, mas alguns tweets passam bastante do número limite de 140 caracteres (isso sem contar com o @). Ah, Joana, você está complicando por nada... Não, gente, não estou. Também não estou dizendo que isso põe o livro a deriva, porém vai contra a proposta principal, tanto do livro como da rede social em si. Tira um pouco da credibilidade mesmo sendo apenas um detalhe.

Twittando o amor é um livro ágil, rápido, fácil de se apegar, mas com minúscula profundidade poética (embora tenha abrido espaço para tal). Medeiros correu com o final para deixar com jeitinho de epílogo de comédia romântica, e acabou esquecendo de concluir vários plots paralelos, entregando um desfecho cheio de furos. São poucos personagens, poucos acontecimentos e poucas páginas, mas muitos tweets dignos de RT. Nada além de um livro delicinha.

26 de jan de 2015

Playlist da semana!

Mais playlist, mais música, mais amor! Vem dar play que minhas descobertas da semana foram, modéstia a parte, excelentes. Tem muitos sonzinhos alternativos e muodérnos que estão bombando na gringa e você pode escutar para fingir que seu gosto não é tão farofa e cheio de Ariana Grande.

Midnight city - M83: Imagino eu que você já conhece Midnight City. Talvez não por nome, mas garanto que você já ouviu esses acordes em algum momento durante os três anos desde que foi lançada - então, caso você tenha memória auditiva, me conta qual foi a soundtrack que estou enlouquecendo!

Elastic heart - Sia: Chandelier who?

Every other freckle - Alt-J: O tipo de música alternativa que apela para acordes esquisitinhos e consegue fazer funcionar por alguma razão muito particular. Digamos apenas que não é a melodia que você escuta todos os dias, repetidamente, mas ficaria excelente se na soundtrack de algum seriado da MTV.

The party line - Belle and Sebastian: Se essa playlist fosse um conjunto de prints do Shazam perdidos no álbum do meu celular, eu assumiria que eram todos encontrados em trilhas sonoras da MTV. Não foram, mas tem todo o estilo. The party line é mais um indie eletronico que só é escolha dos DJs das, né, séries da MTV.

Do I wanna know - Artic Monkeys: Bem, eu precisava descobrir porque todas as pessoas do We heart it postam fotos dos seus iPods com foto do álbum do Artic Monkeys no display. Depois dessa música, eu entendi todo o amor. A pergunta que não quer calar agora é: QUAL SERIADO, JESUS?

Price tag - Sleater-Kinney: Esqueça Jessie J, os muodérnos disseram que é de Sleater-Kinney a Price Tag que vai bombar em 2015. Para você ter uma ideia, de uma semana para outra, essa música subiu mais de 3000 posições no ranking do Last.fm. Eu achei um cadinho estranha, mas quem sou eu na fila do pão para desafiar o que todas essas pessoas estão dizendo? Além disso, confesso que meus ombros se renderam a batidaçm

23 de jan de 2015

Isla and the happily ever after — Stephanie Perkins

Sexta feira. Dia de resenha de livro gringo. Aqui. Oficial. A partir de hoje. É sério, pode cobrar.

Anna e o beijo francês #3Autora: Stephanie Perkins
Editora: Dutton Juvenile
ISBN: 9780525425632
Páginas: 352
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Alguns livros você compra porque está na promoção por preço de banana. Alguns livros você compra porque a sinopse parece interessante e você pode gostar. Alguns livros você compra porque alguém falou bem e parece bonito ter na estante. Porém existem alguns livros que você compra porque precisa ler. Precisa em itálico pois é uma vontade que domina você. É aquela compra que não vai esperar na estante até você se animar a ler. É aquela compra que já chega sendo lida, amada, com um lugar especial no criado mudo e no coração. Essa sou esse e este livro é Isla and the happily ever after, terceiro (e último, quero chorar) romance da trilogia de Stephanie Perkins, que começou com Anna e o beijo francês. Depois de seis fucking meses esperando a Saraiva fazer a boa vontade de entregar minha compra, fiz uma festa em homenagem ao carteiro e abracei Isla como se fosse um amor perdido. Só então dediquei tempo da minha vida para devorar e amar cada letra desse livro maravilhoso. 
"You know what I like about you?" I ask, after a few minutes.
"My dynamite moves on the dance floor."
Pág 131

Estamos de volta a Paris! Os protagonistas da vez são Isla, uma garota tímida, topo da classe, e Josh, o amigo de St. Clair, lembra? Durante todos os seus anos na Escola da America em Paris, Isla alimentou uma paixão nada platônica por Josh, por seu jeito de artista e poucos sorrisos. É no último ano que ela toma coragem para falar com ele (depois de tomar alguns analgésicos, *cofcof*) e uma nova dupla está formada.

Em Anna e Lola, a fórmula foi mais ou menos parecida. Existia uma química danada, os protagonistas se tornavam OTP logo nas primeiras páginas, mas o romance era impedido por um deles já estar comprometido. Em Isla, é um pouquinho diferente: Josh está sozinho desde que os amigos se formaram e seguiram sua vida, e por ser muito tímida, o único amigo de Isla é Kurt, praticamente um irmão. Eles não tem nenhum problema para ser um casal - então a tarefa de Perkins é compor um livro com um casal que pode ficar junto e não ficar maçante por falta de emoção. O que, óbvio, não acontece - já que a autora é rainha, maravilhosa, etc. 

Isla e Josh vivem problemas normais de adolescentes - principalmente no último ano do ensino médio, em que há uma grande pressão para que você descubra quem quer ser na fila do pão. Isla é bastante insegura e, por mais que haja um mimimi cá e lá, é bastante justificável. Se você acompanhou a saga para o lançamento desse livro, deve lembrar que ele foi adiado porque Perkins teve depressão durante o período de escrita. Há fragmentos disso durante a narrativa. Querendo ou não, Isla se tornou um livro mais sério que os anteriores. Lola, por exemplo, falou de aceitação com uma personagem que sabe bem quem é hoje e quem será amanhã. Com Isla não há essa certeza toda. Foi nesse livro que a autora fez uso de um clichê do gênero que, até então, ela não tinha explorado com afinco: amadurecimento. E dúvidas. Anna sabia que gostava de cinema. Lola obviamente era apaixonada por roupas. E Isla sabe apenas que deve manter seu ritmo constante para que Kurt, que sofre de síndrome de Asperger, não quebre sua rotina.

Porém, acima disso, a trama é tão doce quanto deveria ser. Como sempre foi. Há pequenas piadas intercalando com pequenos momentos de agonia e uma fofura desmedida. A trama passa por Paris, por Nova York, por Barcelona e tem aquele clima de despedida por quase que o tempo todo. Em meias palavras, em detalhes e momentos, Stephanie Perkins se despede da trilogia fazendo o que sempre fez de melhor: encher de amor uma trama relativamente comum de young adult. Isla and the happily ever after é lindo e mal vejo a hora de que seja lançado no Brasil para poder reler e me deliciar novamente com esses personagens incríveis.

Nível de inglês: Fácil.

Bônus:

  • Participações:
Como os protagonistas antigos estão na America, a um oceano de distância de Paris, a participação deles no enredo é bem pouca. Porém, quando acontece, é de derreter de amor. Eu senti mais falta por estar mal acostumada com Lola, cuja influência de Anna e St. Clair é bem grandinha. Dessa vez, Isla e Josh se viram basicamente sozinhos. O que é uma pena, já que quanto mais desses lindos, melhor.
  • Releitura:
Como era despedida e eu tinha tempo, decidi reler Anna e o beijo francês e Lola e o garoto da casa ao lado para preparar o terreno. Se você puder, faça isso também. Talvez sua memória seja boa, mas eu não lembrava da pequena participação de Isla em Anna. Também não lembrava da pequena citação a Josh em Lola. Deixa mais especial, sabe?

22 de jan de 2015

Os 06 seriados mais instáveis que já assisti


Instabilidade é algo normal em seriados. Normalíssimo, até. Tão normal que é até notável quando uma trama se sustenta bem sem rolar por altos e baixos e mantem-se fiel a sua essencia depois de algumas temporadas. A gente não julga (muito) quando um enredo bom decai e perde a graça, porém tem alguns seriados que merecem prêmios por tamanha montanha russa. São instáveis, inconstantes e inconsistentes. Sabe aqueles seriados que a gente abandona e retoma várias vezes (talvez até dentro de um mesmo episódio)? Pois então. Montanhas russas.

Revenge

Rainha. Nenhuma série consegue ser tão ruim e tão boa quanto Revenge. Há disparidades de estabilidade em intervalos semanais, chega a ser impressionante. E é por isso que estou prestes a abandonar o seriado pela quinta vez... provavelmente vou retomar na season finale, mas até lá estarei convicta que o tchau foi definitivo. O seriado consegue ser maravilhoso quando está fazendo sua especialidade: vingança, mas os meio termos entre esses acontecimentos vingativos são sempre os mais chatos. É o mesmo lero lero de sempre, com coadjuvantes cada vez mais insuportáveis, para então, no final da temporada, chegar ao ápice de emoção e nos fazer esperar ansiosamente pela fall season seguinte. Até quando?

Nashville

Provavelmente é mal de série da ABC. Tenho uma teoria. Já ouvi falar que ABC está para os EUA como a Globo está para o Brasil. Logo seus seriados devem ser mais elaborados, mais cheios de personagens e dramas paralelos. O resultado é uma bela de uma bagunça, que pode ser muito bela ou apenas uma bagunça dependendo da semana. A temporada atual, por exemplo, mal teve enredo. Foi o simples andar da carroça que vem nesse mesmo ritmo desde a season two finale. Isso dá SO-NO. Diferente da segunda metade do segundo ano, quando tudo que tínhamos era bomba para cá e para lá e com todo mundo e nem o cãozinho se salvava. Isso era interesse, isso despertava curiosidade. Agora é tão sem emoção que a gente nem percebe de mid season finale foi finale de alguma coisa... Que aff.

Once upon a time

Quer dizer, nada de provável aí - instabilidade é coisa garantida na ABC com certeza, sim senhor. Em Once upon a time, acima de tudo, a uma grande razão para isso acontecer: liberdade poética. Não é apenas algo novo: é recriar em cima do que todo mundo já conhece, ou seja, precisa ir cada vez mais longe. E, de longe em longe, dá nisso: personagens bons (a.k.a. vilões) carregando tudo das costas, desenvolvimentos improváveis, um dá-pra-trás no que foi dito anteriormente e não servia mais... Once upon a time já brilhou muito, mas piscou tanto que apagou. E brilhou, e piscou e brilhou e apagou. Talvez de vez, porque eu cansei depois de uma longa sequencia de episódios maçantes.

Pretty Little Liars

Pretty Little Liars, por sua vez, foi um caso bem próprio de montanha russa. Foi bom, daí não foi mais. Foi interessante, daí deixou de ser. Tão tranquilo o desgaste da trama que, bem, ficou ruim porque não tinha história para fazer tanta série boa assim. Simples, fácil. A inconsistência fica por conta dos pequenos picos de animação, aqueles que ainda levam referências à série no trending topics do twitter. Porém, se você for lembrar que, durante os dois primeiros anos, o nome da série ficava religiosamente entre os assuntos mais comentados no dia de exibição, você percebe que as coisas mudaram. MUDARAM, VIU ABC FAMILY? Dá um final logo pra isso!

Glee

É como eu falei no post sobre a última temporada (aqui, viu?): Glee sabe ser maravilhosa. Quer dizer, talvez não saiba, mas consegue. E quando é incrível, não brinca em serviço - cada um dos quarenta minutos tem algo de especial e inesquecível. Quando esses episódios ótimos vão ao ar, você nem consegue pensar que aquilo um dia já foi péssimo. Mas então, uma palavra para você que também está com essa ideia de que sempre foi boa depois dos dois últimos episódios: Fantoches. I rest my case.

The big bang theory

Talvez eu esteja me precipitando e The big bang theory não seja um caso de instabilidade - é desgaste mesmo. Desgaste de trama, de personagem, de piada, de esteriótipo, de tudo. Os picos são por conta de algumas singelas piadas que pegam você num bom dia e você acha hilário, mas na verdade você já viu antes. Será que esta continua sendo a maior audiência dos EUA porque está todo mundo no mesmo pé que eu, que não quer largar depois de ter dedicado tanto tempo? Só pode...

21 de jan de 2015

Entre o amor e o silêncio — Babi A. Sette


Autora: Babi A. Sette
Editora: Novos Talentos da Literatura Brasileira
ISBN: 9788542802344
Páginas: 528
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É incrível como é fácil fazer comparações quando você acha semelhanças quaisquer. Desde aquele sucesso estrondoso que foi Entre o agora e o sempre, títulos que começando com Entre uma e outra coisa me remetiam diretamente ao new adult que colecionou elogios na blogosfera brasileura. Com Entre o amor e o silêncio não foi a primeira vez que isso aconteceu, que eu criei expectativas e esperei por J. A. Redmerski. Também não foi a primeira vez que essa ~conexão~ terminou catastroficamente mal.

Vamos esclarecer previamente que meu gosto literário nunca foi o mais requintado. Eu posso ser crítica dentro do que eu gosto, mas não sou crítica com o que eu gosto. Dá pra entender? Eu não me importo com mensagens poéticas, reflexões emocionais ou críticas sociais. Meus livros favoritos - se não fantasiosos - são romances água com açúcar que não ganhariam Nobel nem em um milhão de anos. Eu sei disso, e não me incomodo com tal. Então quero que você compreenda que, se eu não gostei nada de um romance, tem algo de muito forte acontecendo - e não apenas uma implicância boba.

Entre o amor e o silêncio é a historia de Francesca, uma escritora, que resolve ler para pacientes de um hospital. Entre eles está Mitchell, um empresário de sucesso que se encontra em coma. Ao ler para ele com frequência, ela acaba se apaixonando... Pronto, eis o plot principal.

Eu acredito que isso poderia funcionar. Acredito de verdade, pois eu sou o tipo novela mexicana de pessoa. A barra poderia ser forçada, desde que com jeitinho - e não sei exatamente onde começou a dar errado, mas deu e a pobre barra entortou. Quebrou, inclusive, já que não era a mais resistente. Começo por onde?

Ah, claro, se apaixonar por alguém em coma. Isso me lembra alguma novela das seis que foi tão ruim que meu cérebro bloqueou o nome. Imagine você lá, de boas em coma, e alguém lendo pra você. Então esse alguém se apaixona por você. Como isso funciona? Que linda e uniforme sua respiração, acho que você é o amor da minha vida? Não, gente, calma um pouquinho - imagino que isso é até antiético (se não me engano, na novela era). De qualquer forma, se não for, ao menos é esquisito. Eu não gostaria de acordar de um coma com alguém obcecado por mim, não gostaria mesmo. E é isso que Francesca faz: ela fica ob.ce.ca.da. Péssimo, cara, péssimo.

Mas então vamos avançar um pouco e quero liberdade para fazer outra referência: Cinquenta tons de cinza, que, se você não sabe, eu odeio de coração cheio de ódio. O casal principal me lembrou em muito os novos queridinhos de Hollywood e credo como isso não é legal. Francesca por vezes é pamonha como Anastacia, e não tenho palavras para dizer como não suporto Mitchell. Cara insuportável, possessivo, egocêntrico... Just like Grey. E outra semelhança: sexo. Um relacionamento baseado em sexo. A autora pode até tentar me convencer do contrário, inserir um pouco de romantismo ou sei lá qual artimanha, mas sempre acaba parecendo só isso: envolvimento físico. E possessividade. E lembrando novamente que meu gênero favorito é new adult.

A escrita da autora não é de todo ruim. Eu complico com alguns autores nacionais que escrevem para o público jovem com linguagem rebuscada, como se para provar que estudou português no colégio, e digo para você que esse não é o caso. Na verdade, foi a escrita que me segurou quando o enredo inteiro parecia estar desabando. Não consigo gostar da execução, dos personagens e alguns trechos tinham uma seta gigante e brilhante escrito "Eike machista". Infelizmente, eu só recomendo Entre o amor e o silêncio se você coleciona capas bonitas na sua estante ou se você gosta de Cinquenta tons e não se importa com namorado ridiculamente grudentos. Como diz minha vó, cada um sabe de si, né?

20 de jan de 2015

Os 07 últimos filmes que vi!

Várias coisas se somaram para que essa lista tivesse ficado tão extensa em tão pouco tempo. Quer dizer, se não fosse as férias, a chuva e os hiatus de seriados, sem dúvidas eu não teria assistido mais do que um filme dentro de um mês. Tanto que quando fui pensar em fazer essa listinha, percebi que tinha acumulado um número razoavelmente grandioso para comentar a respeito. Acredite, isso é inesperado para mim. Acho que adaptaram muitos livros nos últimos tempos, hum...

The Maze Runner

A espera valeu a pena! The Maze Runner foi adiado, atrasado, e toda essa demora só colaborou para me deixar mais ansiosa (o que era estranhamente possível). Tanto que, assim que o torrent foi liberado, corri para assistir e amar cada minuto dessa distopia que é diferente de tudo que tem sido hype - e não menos hype por isso. Se não bastasse ser protagonizada por Dylan MOZÃO O'Brien, a história realmente vale a pena e o roteiro ficou excelente. A produção conseguiu passar toda a tensão do labirinto e fazer um suspense danado com a situação que os personagens se encontravam. São mais de 100 minutos que você fica completamente envolvido com o que está acontecendo e, digo pra você, não fiquei nem metade inserida (e agoniada) assim com o livro.

If I stay

Também gostei mais do filme com If I stay, que foi uma das mais aguardadas (pelos outros) estreias de 2014. Acredito que o motivo tenha sido Chloe Moretz, mas o drama adolescente foi realmente algo que vendeu no último ano. Enfim. Antes de assistir, eu tinha a impressão que seria mais uma história parada e clichê, que pecaria pela forçação de barra e não daria para aguentar inteiro numa dose só. Acredite, eu já tinha um plano semanal de minutos para assistir para que eu conseguisse concluir dentro do ano. Não foi preciso, pois eu devorei... e engasguei. O sentimentalismo que achei fraco no livro ficou bem trabalhado, e Mia realmente conseguiu vender sua tristeza para mim. Os flashbacks tiveram o espaço necessário e o equilibrio foi feito. Eu não releio, mas com certeza, revejo.

A culpa é das estrelas

Já um que, com toda a certeza absoluta do mundo, nunca vou assistir novamente é A culpa é das estrelas. Sim!, eu finalmente tomei coragem e dediquei mais duas horas da minha vida para chorar pelo Gus. E bom, foi isso, terminou os créditos e se tornou mais um filme tabu no qual não quero nem falar muito para que a fossa não volte. A adaptação ficou maravilhosamente bem feita, triste de rasgar o coração e incrível de esquecer a birra com Shailene e Ansel. Embora eu tenha sentido falta de uma certa cena, é algo ridículo perto da excelência que foi transportar o livro para o cinema, sem perder a essência dramédia que fez a fama e fortuna de John Green. 

Garota Exemplar

Uma palavra para você: CREDO. Tudo bem que nunca se começa um thriller achando que será uma gracinha, mas eu definitivamente não estava esperando por essa. Garota exemplar é uma adaptação fiel, com elenco de primeira, e consegue ser tão genialmente bizarro quanto o livro. As cenas são fortes, a censura é alta, e se não fosse pelo episódio de Almost Royal que assisti pra aliviar o clima, eu provavelmente não dormiria naquela noite. Rosemund, interprete de Amy, está fazendo por merecer essas indicações de melhor atriz - ela me convenceu completamente que não é uma boa pessoa.

O melhor de mim

Sempre falei que se precisasse ler um livro do Nicholas Sparks pro resto da vida, esse livro seria O melhor de mim. Obviamente minha vida não seria muito longa, com a possível depressão que eu teria de ler tão repetidamente essa história, mas ainda assim. Eu posso ter um certo receio com o autor, mas reservo doses de amor para essa obra e, agora, para sua adaptação. Por mais que seja um clichê ambulante, essa adaptação ficou diferente das outras justamente pelo que lhe faz tão especial: a bagagem emocional dos protagonistas. Enquanto no livro os flashbacks eram meramente citados, no filme, os personagens jovens são amplamente explorados. Com o cenário bucólico sulista, característico das produções do sr. Faíscas, o filme estampava romance em cada take. Acho que foi por isso que comecei a me desmanchar em lágrimas antes mesmo de chegar em meia hora assistida...

Como criar o garoto perfeito

E como nem só de adaptação literária vivo eu, Como criar o garoto perfeito é um filme de TV da Disney dessa geração e SAUDADES FILMES DE TV DA DISNEY DA MINHA GERAÇÃO. A mensagem é exatamente a mesma de todas as outras produções que o canal investe, com a diferença que, dessa vez, há alguns toques de ficção científica. É um filme cansativo, previsível, forçado e que menospreza a inteligência do telespectador. Contudo, como é da Disney, a gente diz apenas que é "clichê". Só não digo que não consegui aproveitar nada das duas horas que fiquei sentada no sofá porque o cover de Love you like a love song, da Selena Gomez, deixou a versão original sentadinha no chão.

Into the woods

Eu deveria mudar o título do post para os últimos 6.5 filmes que vi, já que Into the woods só está entrando na fila pra aproveitar o embalo, já que eu não assisti, de fato, o filme completo. Porque é chato. E eu não pesquisei direito. Eu deveria ter sido avisada que a nova obra da Disney é inteira cantada. Música O. TEMPO. TODO. Se brincar, os espirros são cantados. É irritante, sabe? Abandonei depois de 15 minutos, desculpa.

19 de jan de 2015

Mentirosos — E. Lockhart


Autora: E. Lockhart
Editora: Seguinte
ISBN: 9788565765480
Páginas: 271
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Livros elogiados é quase como um gênero. O que você gosta de ler? Livros que os outros elogiam. Viu?, é verdade. É por isso que best sellers são best sellers, se você for pensar. Mentirosos é um dos títulos que mais recebeu amor desde que foi lançado na gringa, o que não foi diferente no Brasil. O lançamento foi acompanhado de muitos tweets emocionados e OLHA LÁ JOANA FICANDO COM A PULGA ATRÁS DA ORELHA. Aí eu li e não lembro se twittei a respeito, pois estava muito morta para conseguir falar sobre. Ainda não tenho certeza sobre meu estado emocional, mas vamos tentar.

Mentirosos é sobre uma família rica e tradicional: os Sinclair. Cadence desde sempre lembra dos verões na ilha particular da família ao lado, principalmente, dos primos cuja idade regulava. Junto de Mirren, Johnny e o amigo (cof cof) Gat, eles se autodenominam Mentirosos e reservam o melhor de sua vida para a estação que passam juntos. Porém um acidente faz com que Cadence perca a memória e passe um verão afastada de todos. Quando volta à ilha, no ano seguinte, embora as coisas pareçam iguais, elas ainda parecem um pouco diferentes. Só que Cadence não consegue lembrar o que.

Mentirosos parece um livro comum. Se não fosse os elogios da timelinda, eu provavelmente ignoraria o novo livro de E. Lockhart - já que, embora ok, seu último livro ficou longe de ser oh, marcante. A sinopse de Mentirosos comenta um mistério - o que aconteceu no bendito verão em que Cadence se acidentou, afinal? -, mas você lê, lê e lê mais um pouco e só se depara com uma trama comum de young adult, com dramas familiares e romance adolescente.

É dificílimo falar desse livro porque qualquer descuido e é spoiller. Falar sobre sentimentos é spoiller. Falar sobre suspeitas pode levar a falar mais do que deve. É difícil, cara. E é difícil também por causa dos, né, sentimentos. Vamos apenas comentar que, como eu tinha ouvido falar sobre ser *BOOM*, passei quase todas as páginas criando novas teorias em busca de pistas que eu mesmo colocava e encontrava. No final (bem no final) eu dei oi pro chão, roubei tijolos do vizinho em obras pra reconstruir minhas estruturas e estou aqui comentando com você, em meias palavras, o que eu senti. Senhora Lockhart, parabéns, DEXXXXTRUIDORA você, hein.

A narrativa é gostosinha, mas a falta de objetivo de quase todo desenvolvimento acaba deixando maçante. Lockhart é um tanto poética em descrever sentimentos e algumas situações, é bonito de ler, mas até você descobrir o segredo que ela está te contando, você se sente arrastado e enrolado. E agora eu vou calar a boca pois jamais quero estragar a surpresa de quem for ler. Leia, viu? E tente não teorizar tanto... quem sabe *BOOM* menos.

18 de jan de 2015

Playlist da semana

Janeiro é um mês lindão e cheio de animação, né não? Por mais que tenha chovido nos últimos dias, eu ainda estou naquele feeling de sol alto e alegria, como tardes ensolaradas de filmes. Logo, as músicas que combinam com essa época são sempre alto astral nível braços pra cima ilari-lari-ê (continuaria cantando, mas deveria parar). 
Tanto que a música de abertura dessa playlist é Classic, que descobri na propaganda da Sony Verão. Você entende o que quero dizer? Etcha tempo bão! Depois disso, duas diliças: More than friends, parte da maravilhosa soundtrack de About a boy, e Bang bang que sim!, só estou escutando agora - quer julgar, pode vir!


A playlist continua com a maravilhosa Kelly Clarkson com seu ainda mais maravilhoso single novo, Heartbeat song, provando que ela é dextruidora mexmo. E quem também é dextruidor é Adam Levine, que, junto dos outros sujeitos da Marrom Cinco, movimentou a timeline com sua beleza no clipe de Sugar. SEU LINDÃO!


Por fim, saindo um pouquito da vibe de verão, eu preciso declarar meu amor por Centuries, do Fall out boy. Amo essas bandas farofas que fazem um som mais pesadinho e me deixam iludir que meu gosto musical nem é tãão farofa assim. Por fim, Break the rules: ela pode não ser nenhuma Boom Clap, mas vamos combinar que Charli XCX saca direitinho de refrões chicletes, né?

16 de jan de 2015

Centelha — Amy Kathleen Ryan


Centelha — Em busca de um novo mundo #2
Autora: Amy Kathleen Ryan
Editora: Geração Editorial
ISBN: 978858130231
Páginas: 376
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Eu já falei sobre minha relação com livros bons e esquecíveis, né? Provavelmente sim, já que é algo bem comum na minha vida - tão comum que eu deveria ficar com vergonha de contar. Eu sou do tipo que lê, adora, parte pra outra e esquece. Pra ler séries, conto pra você, é péssimo. Já cansei de ler continuações com apenas a memória de quem o antecessor foi um bom livro, e fim. Centelha, por exemplo, eu sabia ser continuação de Brilho - bom, polêmico, diferente. Porém o que "bom, polêmico, diferente" significava, eu só fui lembrar alguns bons três capítulos depois.

O segundo volume da trilogia Em busca de um novo mundo vai continuar narrando os problemas das naves inimigas, New Horizon e Empýrean, no caminho à Nova Terra. O livro começa no cenário caótico em que o outro terminou - Kieran é o novo chefe, Seth está preso por traição (embora não tenha sido devidamente acusado e julgado) e Waverly carrega a culpa do que aconteceu a vários membros da nave quando todas as meninas foram sequestradas pela New Horizon.

O cenário é complicado o suficiente para que apenas um bom desenvolvimento serviria para não se deixar levar pela maldição do segundo livro. É apenas entrar na onda, seguir a vibe ou qualquer uma dessas gírias praianas. Ryan trabalha com tantos temas - alguns deles, verdadeiros tabus - que o simples fato dessa mistureba existir já basta para que a trilogia ganhe vários pontos de originalidade. Construir um triangulo amoroso no meio de um ficção cientifica? Bobagem! Falar sobre sabotagem, lealdade, distúrbios de poder e religião? Isso sim é único - principalmente dentre young adults, vamos combinar.

O que mais me surpreendeu é a desconstrução de personagens que Ryan fez - e falo isso de um modo muito positivo, pois é bastante coerente. Tem tudo a ver com os assuntos que citei, já que todos influem diretamente na personalidade do trio protagonista. Quando comecei Brilho, nunca imaginava que Kieran se tornaria vilão, porém em Centelha, ele sucumbiu ao poder, se tornou detestável e eu bem que gostaria de dar uns tabefes em sua cara.

O triângulo amoroso não é exatamente amoroso - a não ser que seja do tipo Malhação, em que sempre tem alguém que obviamente não presta. Waverly e Seth são humanos, tem dúvidas sobre o que fazer e como agir e, óbvio, erram bastante. Eles variam entre serem bons personagens ou grandes chatos porque, bem, é isso que as pessoas fazem. Embora eu quisesse que eles fossem badass(es?) em tempo integral, achei compreensivo o ocasional mimimi.

Centelha me surpreendeu justamente por eu não ter memórias do antecessor e não ter criado parâmetros. Depois de ler - e lembrar - garanto pra você que superou as minhas lembranças e, sem dúvidas, também superou Brilho. Amy Kathleen Ryan não tem medo de polemizar e falar de religião de modo revoltante, o que com certeza lhe garantiu um bom número de haters por aí. Eu, por minha vez, admiro a coragem e mal vejo a hora de ler o volume final (por mais que eu vá esquecer o que li em alguns meses, mé).

15 de jan de 2015

Endgame — James Frey


Autor: James Frey e Nils Johnson-Shelton
Editora: Intrinseca
ISBN: 9788580571868
Páginas: 504
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Com uma clássica capa de distopia. Endgame foi lançado no Brasil para entrar pro hall de sinopses enigmáticas e irresistíveis do gênero. O primeiro livro da trilogia homônima parece um encontro de Jogos Vorazes e Battle Royale, com uma pitada de originalidade que chama atenção desta que vos escreve, que adora bizarrices. Foi sem conhecer a fundo e cheia de curiosidade pelo mistério, que comecei a leitura e fui seduzida logo nas primeiras páginas. Mas depois foi des-seduzida ou sei lá qual é a palavra certa para essa situação.

O livro de James Frey vai narrar o mundo que a gente conhece prestes a ser destruído. O futuro da espécie humana depende de 12 jovens criados para serem mortais. Eles sabem que são descendentes diretos Da linhagem humana e todas as pessoas do mundo tem algum traço com algum parente deles na arvore genealógica. Sabem, também, que um desastre iminente chegará e eles deveram participar do Endgame, uma disputa sem regras em busca de três misteriosas chaves que garantirão a sobrevivência de seus descendentes em uma Terra destruída e praticamente vazia.

Admita: é interessante. É algo que lembra outros títulos de sucesso. Também é comercial até a ultima linha (coisa que até o autor admitiu, btw). É interessante. Logo nas primeiras páginas somos apresentados aos diferentes competidores do Endgame, e essa apresentação vem seguida de uma tragédia que marca o inicio do fim dos tempos – a competição, no caso. Não levou tempo para que eu ficasse ávida por mais e precisasse de cada vez mais páginas, mais mistérios e mais pistas. Porém, como todo livro com muitos pontos de vista, eu perdi o encanto logo após 150 páginas.

Não adianta, eu não consigo gostar e ficar presa por muito tempo quando a narrativa é assim. Em Endgame são muitos personagens dividindo a atenção, são muitos detalhes de personalidades diferentes, e, mais importante, são muitos nomes exóticos de originalidades distintas para que eu conseguisse assimilar quem é quem sem precisar pensar muito. Uma coisa puxa a outra e, sem demora, eu estava cansada da história.

O autor abusa daquela tática de terminar capítulos no ápice de emoção, o que não seria ruim se a continuação estivesse na página seguinte, mas não é assim que funciona. É caboom com Fulano numa página e, na seguinte, você precisa acompanhar outra pessoa fazendo outra coisa até chegar em outro caboom e pular para outra pessoa. É na busca por mais que você pega no sono. Eu peguei.

Do meio para o fim, Endgame se tornou desgastante, e a leitura, arrastada. Na tentativa de ser instigante, James Frey pesou a mãe e acrescentou coisas de mais, detalhes de mais; Para um livro cujo objetivo é entretenimento, precisa prestar atenção demais. Claro que o leitor dedicado que juntar todas as peças e descobrir o segredo do livro ganha 500 mil dólares (dá um google, é verdade), mas se você for ler sem o objetivo de ficar meio milionário, aquele conjunto de informações está lá só para lhe confundir. Eu não consegui ler Battle Royale inteiro por um motivo - o mesmo que me afastou dos livros restantes da trilogia Endgame. Uma pena, porque se eu dedicasse meses da minha vida, poderia ficar ligeiramente rica antes de me formar.

14 de jan de 2015

10 coisas que queremos ver na temporada final de Glee

Quem achou que esse dia não chegava: chegou. Glee finalmente começou sua caminhada até o fim do arco iris e está se despedindo depois de muito sucesso, fracasso e uma instabilidade danada. A sexta e última temporada estreou na semana passada com episódio duplo e confirmou tudo aquilo que a gente já sabe: sequencia é algo subestimado por Ryan Murphy. A season premiere foi chata, sem emoção e repleta de mimimi. O segundo episódio foi amor, divertido e tudo que a gente mais amou no passado de Glee. Pensando nisso, resolvi listar as 10 coisas que quero ver nessa temporada do adeus para que seja algo que a gente realmente sinta falta e não dê grazadeus por ter acabado. Leia isso, sr. Murphy!

1. Pop, baby!

A quinta temporada, com Rachel na Broadway e tudo mais, foi muito focada em músicas clássicas, antigas e sem graça. É uma completa falta de conhecimento do seu publico, pois é óbvio que os fãs da série não são os exatos mesmos fãs de Smash, por exemplo. Glee é uma série adolescente, logo, vamos cantar o que os adolescentes escutam. Quero Rather Be, Am I wrong, Take me to church, Stay high e toda aquela playlist de final de ano.

2. Blank Space

Quero cast feminino INTEIRO cantando Blank Space. E depois o cast masculino. Depois todo mundo. Depois solo. Depois dueto. Depois voz e violão. Depois voz e piano. Depois com a participação da Taylor Swift. Obrigada de nada.

3. E o cast?

Quem sai, quem fica, quem volta ou só participa? Eu poderia continuar rimando, mas a ideia é essa. Do grupo original, pouquissimos ainda são fixos e mal rolam notícias de quem é recorrente ou não mais. Mas o negocio é que Glee fica muito melhor quando temos o primeiro New Directions reunido, e dá bem pra ver isso pela dose de gracinha que foi o segundo episódio.Vem Santana, vem Puck, vem Quinn!

4. Voltar as origens

É isso que Glee precisa - voltar aos bons e velhos tempos. O melhor do seriado ficou no ensino médio, lá nas três primeiras temporadas, mas há como voltar (e o 6x02 é o mais claro exemplo). Glee precisa ser reconstruído, precisa parar de forçar a barra, precisa deixar o drama de lado e abraçar a comédia sem graça.

5. Você lembra que Glee foi premiada?

E era bastante premiada em eventos realmente importantes - que o voto não é do fandom. E sabe por que eles ganhavam esses prêmios? Porque era das antigas, do inicio da serie, da época de Glee bonzão. Tenho uma palavra para você, Ryan Murphy: DESPRETENSÃO. Tatue no pulso e na testa e quem sabe você ganhe mais um Golden Globe em 2016.

6. Rachel sendo diva

Também nesses velhos tempos, tínhamos Rachel sendo rainha suprema com ego lá no topo do Empire State, achando que é melhor que todo mundo - e realmente sendo. Isso dava um tom de comédia para o enredo e a certeza de que sempre teríamos Paris a personagem para carregar o glee club nas costas. Cadê?

7. Rachel sendo feliz também

Porque não tá fácil, né? Eita maré de azar medonha - e quando Rachel está triste, ficamos tristes junto. A personagem, obviamente minha favorita, merece todo o sucesso do mundo, merece coisas boas e momentos alegres. Quem sabe se ela cantar Happy a coisa chama?

8. O que leva a... Samchel

Passamos anos torcendo por Finchel, o que, infelizmente, agora é impossível. Isso não significa que a Rachel (e a Lea, btw) devem ficar sozinhas por toda eternidade sofrendo por luto. Já não estamos mais no século 19, sabe? A vida segue, então vamos criar um novo ship e the show must go on. E você consegue pensar em alguém melhor para Rachel do que Sam? Porque, não sei você, mas a história com Mercedes não me convence e não vejo a hora que o plot dos triângulos amorosos entre em discussão. E viva as tramas adolescentes!

9. Participações

Glee já teve Britney Spears, lembra? Já teve Kate Hudson e Sarah Jessica Parker! Você entende o calibre dos convidados? Pois eu digo o óbvio pra você: é altíssimo! E cadê essas pessoas novamente? Cadê gente maravilhosa e talentosa dando o ar da graça? Por favor, que nesta sexta temporada, venha mais celebridades consagradas. E que venha a Idina Menzel também - cantar Lerigou com a filhota, que cês acham?

10. OS TRIOS DA SANTANA!

Vamos combinar que qualquer dupla de amigos fica melhor quando a nossa latina favorita conquista seu lugar ao sol. Os trios que Santana participa são sempre o destaque entre os plots, então lets bring back Santana+Quinn+Britany, Santana+Kurt+Rachel e vamos inventar um com Santana, Artie e mais alguém. E, mais importante: vamos trazer de volta e re.pe.tir!

2 de jan de 2015

Os 07 melhores autores que conheci em 2014

Estamos em 2015 - isso é muito louco, benzadeus. Aliás, feliz ano novo, viu? Que 2015 seja cheio de paz, amor e sucesso (a.k.a. tempo livre para ler e fazer maratonas) para todos nós, terráqueos. O post de hoje é um clássico de final de ano que, eu sei, deveria ter postado antes, mas sou rebelde e deixei 2015 começar. Mentira, meu teclado continua estragado e eu continuo com preguiça, mas publicado aqui e agora é o que conta, não? ENFIM. 2014 foi um ano insano de leituras maravilhosas e, enquanto eu procrastino ainda mais para gravar o vídeos de favoritos, começo listando os melhores autores que eu conheci no ano passado. Até parece anteontem, sabe?

Bianca Briones

A dor, ela não passa. Bianca Briones é a representação verde e amarela dessa lista, mas na verdade minha aura fica bem escura quando pensa nela. Sabe estilhaçar o coração dos outros? Se não, peça ajuda a Bianca, ela é mestra no assunto. Batidas perdidas do coração é um new adult que surpreende de tão triste. E isso é tudo, porque se eu falar mais um pouco, a ferida reabre.

Jeff Lindsay

Dexter é quase um clássico contemporâneo que eu renegava por ser chata com qualquer trama que envolva sangue em demasia. Porém minha ligeira curiosidade por seriais killers falou mais alto e me fez ficar um tantinho frenética com esse livro e COMO ME ARREPENDO de ter feito cara de nojo quando minhas amigas diziam que seria ótimo. Preste atenção, internet, isso não acontece todo dia. Meu braço: torci. E seria legal se o correio me entregasse o volume dois que está extraviado desde agosto. 

Gillian Flynn

Da lista de geniais. Também da lista de pessoas perturbadas, porque olha... Gillian Flynn só está nessa lista porque a divulgação do filme de Garota Exemplar me deixou curiosissima, e deixei de lado toda a preguiça que eu tenho para thrillers. A autora é tão incrivelmente inteligente de uma maneira tão deturpada que assusta, sabe? Assusta e conquista.

Allie Brosh

Allie é tão rainha que não precisa de foto arrumada, além de que isso destruiria toda a proposta. Allie Brosh sou eu, é você, seu vizinho e somos nós. A diferença é que Allie pegou seu lado esquisito e ganhou muito dinheiro com isso, enquanto nós pagamos para rir de suas histórias sobre excesso de açúcar e autoestima. 

Katja Millay

Entre tantos new adults que li, se destacar no meio não é a mais fácil das tarefas - e, por isso, eu amo Katja Millay ainda mais. Mar de tranquilidade é tão lindo e profundo e, ao mesmo tempo, repleto dos clichês do gênero e funciona tão maravilhosamente bem que essas poucas linhas já me deixaram no clima pra reler. QUERO MAIS.

Simone Elkeles

E já dona Elkeles se destaca no new adult por não ser inovadora e conquistar seu lugar ao sol mesmo assim. Jogo do amor foi absolutamente clichê em todas as páginas, e é maravilhoso exatamente por isso. Escrever bem, não pesar a mão ou forçar a barra, e dar aquela vontade de reler assim que termina o livro... E gosto desse sentimento, e o quero em todas as leituras. PS: Para que foto de Simone segurando os livros se ela pode estar abraçada nos modelos de capa, né?

Stacey Lynn

MEU XODÓ. Está convidada a escrever minha biografia, é só reescrever Just one song com meu nome no lugar de Nicole e tá tudo certo, viu? Melhor descoberta, cadê essa moliér publicando aqui no Brasilzão?