31 de jul de 2013

Eternamente por Elizabeth Chandler

Beijada por um anjo #6
Com spoillers leves dos anteriores
Os apaixonados, Tristan, o anjo, e Ivy, a mortal, finalmente conseguem se tocar. Isto só pode acontecer porque Tristan ocupou um corpo, o corpo de Luke. Mas Luke era procurado pela polícia — que não sabe que ele está morto e continua a persegui-lo. Portanto, Tristan torna-se, sem querer, um alvo da polícia. Da polícia e do verdadeiro criminoso, a quem não interessa ver Luke vivo. É preciso dar fim a esta perseguição. O casal precisa esclarecer rapidamente toda a confusão em que Luke se meteu. Mas, ao conviver com pessoas perigosas e chantagistas — e insistir em fazer o que for para ficar perto de Ivy —, o anjo aproxima-se das coisas ruins que podem levá-lo a fraquejar e perecer, especialmente agora, que ele é um anjo caído. Por causa de Ivy, Tristan vem se aproximando cada vez mais das forças mundanas e das trevas — e de Gregory também. Por outro lado, Gregory vem aumentando seu poder, especialmente depois que possuiu o corpo de Beth. E esse desequilíbrio de forças pode acabar em uma triunfante vitória do mal. A não ser que Ivy tome a frente dessa batalha...

Autora: Elizabeth Chandler
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581632551
Páginas: 253
Nota: 
Livros anteriores: Beijada por um anjo, A força do amor, Almas Gêmeas, Destinos Cruzados, Revelações
Comprar

Eu nunca entendi porque tem certos autores que não se contentam em escrever a trilogia que foi proposta e acabar por aí. Ok, minha série favorita foi uma trilogia que dobrou (e te amo por isso, Cassie ♥), mas sempre corre o risco de acabar perdendo o fio da meada. Em Beijada por um anjo, que nunca foi um primor de literatura fantástica, o medo era ainda maior. Mas a autora tinha se dado bem com o quarto e quinto, não? Só que o problema é ~sempre~ o último.

Eternamente não teve um plot sozinho, foi mais um continuação de todos os vários acontecimentos anteriores na expectativa de ter seus arcos fechados. Começa com Tristan encarando sua vida como anjo caído num corpo de criminoso. Ou, ao menos, acusado como criminoso, já que ele sabe que é inocente - mas precisa provar isso com a ajuda de Ivy. Não é nada forte demais - mas o suficiente para fechar muito bem a saga se tivesse uma boa execução. E é aí que Elizabeth se atrapalhou.

Os melhores livros de Beijada por um anjo foram os que contaram com elementos surpresa. Mesmo nadando, mergulhando e dando piruetas no mar de clichês, a autora conseguiu colocar algumas coisas que a gente não esperava, como transformar Gregory num grande vilão e trazer Tristan de volta dos mortos como João/Luke. Foram essas reviravoltas que prenderem a mim e a todos que continuaram na série. Só que o problema foi que nesse livro, que deveria ser o mais empolgante e WTF de todos, foi o mesmo de sempre. As coisas foram andando, andando... Sem grandes surpresas, sem nada além do que a gente já contava. Mas isso merece duas estrelas, Joana? Não, não é algo "ruim". O que fez o livro cair no conceito comigo (e levar toda a série junto, porque sou ~~dessas~~) foi a conclusão final. Eternamente é um livro comum com o final ridículo. Pode se dizer o mesmo de Beijada por um anjo.

Uma característica de Elizabeth é sua capacidade de fazer as palavras fluírem. A história pode ser bem mais ou menos, mas quando você vê já leu 100 páginas e logo terminou. Li tranquilamente em uma noite. Claro que a diagramação da série ajuda bastante, com uma folha só para capítulo e tudo mais. Ainda falando em narrativa e no jeito de Elizabeth escrever, vale ressaltar que esse livro foi o mais sem graça (literalmente). Aos poucos os personagens engraçados e com boas tiradas foram dando espaço para mais e mais Ivy e Tristan, e chegamos no último livro com poucas doses de Lacey, a única personagem sagaz que nos restou. De certa forma, até entendo as razões da autora. Personagens que se destacam mais que seus protagonistas e vilões (juntos) precisam ser escondidos, né? Para não retirar o esplendor?

Dos livros da série, talvez seja esse o pior (empatado com o primeiro). Eternamente não foi em nada energizante, e no pouco que surpreendeu, foi do pior modo possível. Se eu estava curiosa? Obviamente, essa segunda trilogia tinha se mostrado muito boa até aí. No geral, não é nada de muito novo, estamos na década das fantasias urbanas e isso não é algo que pretende mudar. Contudo, existiam uma ou duas coisas que faziam Beijada por um anjo se destacar. Só é uma pena que o ápice tenha ficado no desenvolvimento.
Beijinhos ♥

30 de jul de 2013

Por um mundo com mais filmes como Upside Down

Quando nos tornamos bookaholic, a parte cinematográfica da vida acaba deixando a desejar. Pelo menos é assim comigo. São tantas histórias incríveis e originais em livros, enquanto no cinema é sempre o mesmo do mesmo. Se o filme é inovador, provavelmente tem um best seller por trás. E é aí que surge Upside Down. Em meio a milhares de comédias românticas, de filmes de ação com caras de terno, de almas penadas possuindo humanos assassinos, está uma história realmente diferente. Upside Down é tão único que nos faz querer que existam mais dele.
O ponto alto de toda a história é seu cenário e a contextualização do mesmo. Em uma dimensão paralela, existem dois planetas ligados, um virado para o outro de forma que fiquem de ponta cabeça e a interação seja possível (não que isso seja permitido). O lado de cima, como ficou conhecido, é um rico produtor de petróleo, sempre iluminado, repleto de pessoas ricas, completamente contrastante ao lado de baixo: pobre, escuro, sujo. A unica ligação entre eles é a Transworld, a grande produtora da matéria prima, que reúne trabalhadores dos dois mundos e é o único meio de comunicação liberado entre eles, com todas suas hierarquias dentro da empresa.

Os protagonistas são Adam e Eden: ele do lado de baixo, ela do de cima. Eles se conheceram ainda crianças, no ponto mais alto de seus mundos opostos, e se tornam amigos desde então. O tempo passa, eles crescem e se apaixonam, mas não é só a impossibilidade da força gravitacional que os separa. Um flagrante do governo autoritário os separa por definitivo e, por anos, eles perdem o contato. O amor é impossível até Adam a ver na televisão e, depois disso, tentar o possível e impossível para encontrá-la.
Mesmo assim, o cenário ganha mais espaço do que deveria ter. A gente entende que a ideia em si é extremamente genial e quer mais é que seja explorada de todos os ângulos possíveis (e não só na fotografia), mas isso não é motivo para descuidar do roteiro. O desenvolvimento da história, principalmente no quesito romance, não inova. É clichê, é previsível. O casal gera empatia, a gente acredita na química e tudo mais, porém podia ter um quê a mais como teve em todos os outros itens da produção.
A fotografia não deixa a desejar - é incrível. Todo o trabalho visual do filme foi muito bem feito. Um pela caracterização, dois porque o mais bonito é sempre mais atrativo. Os efeitos visuais são condizentes com a realidade dos personagens, seja na atmosfera rica do lado de cima, seja no ar sombrio e pesado dos habitantes de baixo. Fica parecendo quase que como uma distopia. As cenas em que Adam e Eden são perseguidos pela polícia foram muito bem coordenadas e cheias de adrenalina. É uma pena que o governo fique preso a apenas essas passagens, quando poderia ter muito mais espaço.
Em suma, Upside Down é um filme muito bom. É inovador, diferente, ~ozado~, bem dirigido... É uma série de elogios com o único defeito do roteiro seguir sem grandes reviravoltas. A produção tem um ar cult, mas não sei até onde isso vai quando é estrelado pela Kirsten Durst. Aliás, falando em elenco, dá pra rever Timothy Spall, o Rabicho de Harry Potter. Só eu acho amor reencontrar o cast espalhado por aí? De qualquer maneira, esse é um filme para quem gosta de ficção cientifica, quem gosta de romance, quem gosta de distopia e, também, para todo ser humano na Terra. Cadê a produção sendo genial em outra história?
Beijinhos ♥

29 de jul de 2013

O livro das Princesas por Meg Cabot, Paula Pimenta, Lauren Kate e Patricia Barboza

"Da mesa da Princesa Mia Thermopolis: 
Olá, amigos, fãs e companheiros admiradores de princesas (ou eu deveria dizer simpatizantes de princesas?)! Eu mal pude acreditar quando alguém do Brasil permitiu que EU desse uma olhadinha neste livro. Mas acho que faz sentido, já que, além de ser uma princesa, também tenho verdadeira paixão por histórias românticas! Acreditem no que eu digo, este livro tem essas duas coisas de sobra! Mas são releituras contemporâneas, com reviravoltas que farão você dizer owwwwnnnnnn… Uma Cinderela DJ? Rapunzel popstar? Bela é uma supermodelo? E unicórnios em A Bela Adormecida?! Sim, por favor! Mais, mais. POR FAVOR. Não se preocupem, tem mais. Muito mais. Eu amei, e vocês também vão! (Sim, você também vai amar, Tina Hakim Baba. Pode pegar meu exemplar emprestado quando eu terminar de ler. Não, melhor: compre o seu. Assim você vai poder ler de novo e de novo, como eu pretendo fazer.)
Sinceramente, Sua Alteza Real, Princesa Mia Thermopolis"

Autoras: Meg Cabot, Paula Pimenta, Lauren Kate e Patrícia Barboza
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501403254
Páginas: 288
Nota: 
Comprar

Nunca fui grande fã de livros de contos, principalmente com autores que gosto. Eu sei, é estranho. Não é que eu ache o estilo chato, mas sempre acabo meio frustradas pelas histórias terminarem na melhor parte, ou então, por nem terem uma melhor parte já que são poucas páginas. Só que eu desisto e ignoro esses livros? Nope! Sempre tem uma história que vai mexer mais comigo e me deixar em completa agonia por não ter um livro só dela. Contudo, é aquela agonia boa, né? As literárias normalmente são...
A modelo e o monstro - Meg Cabot - 
Na história de Meg Cabot, a protagonista é Belle, uma modelo que está de férias com o pai, a nova madrasta e a meia irmã, num cruzeiro. Você viu? É esse o problema de contos! Não tem o que falar, já que só a apresentação dos fatos leva metade da história e o resto é spoiller. Pelo menos é assim com Meg. Das 70 páginas, 35 são para situar. O resto é conclusão. E o que eu posso resumir?
Ela fez uma nova versão de A Bela e Fera com referências bem visíveis - o nome da protagonista, sua paixão por livros, o monstro... Aliás, esse é um ponto importante. Foi incrível ver como a autora conseguiu criar a Fera, em toda sua glória monstruosa, sem usar nada de sobrenatural. Isso contribuiu para deixar a história ainda mais fofa. O problema, como eu citei, é que é curto demais. A modelo e o monstro acaba na melhor parte. Não é de ontem que eu acho os contos de Meg Cabot com finais incompletos. Aconteceu o mesmo com Formaturas infernais, Zumbis vs Unicórnios... Por que dessa vez seria diferente?!
Princesa Pop - Paula Pimenta - 
De longe, a melhor história dessa coleção - e que merecia um livro com 400 páginas só para si. Paula Pimenta fez sua versão de Cinderela, cuja protagonista, Cintia, é DJ nos finais de semana (até a meia noite). Era uma vez, (como se eu fosse perder a brecha) ela é contratada para tocar na festa de suas novas meias irmãs, mas como o pai não sabe da profissão, faz disfarçada. Dá pra ir mais longe na sinopse de Princesa Pop porque esse é, também, o maior conto. Paula desenvolveu sua história em pouco mais de 100 páginas, e conseguir fazer muito bem todos os passos da narrativa: introduzir, desenvolver e concluir. Parece um livro inteiro, de tão bem executado e detalhado que é. Fico boba de imaginar o que ela faria se tivesse mais espaço.
Cinderela DJ é uma coisa extremamente genial, e na ordem geral dos fatos, o enredo inteiro ficou bastante inteligente - mesmo sendo baseado num conto de fadas, mesmo tendo 219 clichês envolvidos (já que clichês e contos de fadas andam de mãos dadas ao longo de arco íris). Todos os personagens tem espaço, e príncipe encantado é de derreter as pernas. O romance em si é de derreter as pernas. MELHOR, MELHOR HISTÓRIA. Finalmente entendi por completo porque Paula é tão amada por aqui.
Eclipse do Unicórnio - Lauren Kate - 
Já Lauren Kate decepcionou. Sua história, uma versão fraquíssima de Bela Adormecida, foi a única que usou fantasia. A narrativa é dividida entre Talia, a princesa dorminhoca que a gente já conhece, apresentada da forma que a gente já conhece, amaldiçoada por anjos (já que estamos falando de Lauren) para se encantar por um unicórnio, e Percy, um garoto comum de coração partido. A história é curta demais, não tem um desenvolvimento conciso. Num minuto começou, no outro terminou. E muito mal terminado, cá entre nós. Achei a história bem sem sentido e sem propósito, principalmente a parte do unicórnio. Não entendi, poderia ter doado esse espaço para Paula continuar sua história linda.
Do alto da Torre - Patricia Barboza - 
E, por fim, Patricia Barbosa faz sua versão de Rapunzel, em que Camila, a protagonista, é uma tímida garota de cabelos compridíssimos (graças a uma promessa) que mora com a tia controladora no alto de um prédio e faz covers da Katy Perry, disfarçada, para o youtube. A história em si é bem bonitinha, mas não consegui me apegar aos personagens. Achei Hannah Montana demais. Eu esperava mais drama na história de Camila, principalmente na relação com sua tia (que nem é tão tirana quanto é pintada), e também no romance. As semelhanças com Rapunzel ficaram muito na parte física da história, nas descrições, não nas ações em si. Faltou algo mais... Páginas, talvez.
Beijinhos ♥

28 de jul de 2013

Essa Semana #79

Essa semana é um meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura.

Vem comigo na minha semana literária... 

♥ Leitura do momento:
Cidade das Almas Perdidas - Cassandra Clare 

♥ Li essa semana:
A sociedade Cinderela - Kay Cassidy
Bling Ring - Nancy Jo Sales
O livro das Princesas - Meg Cabot, Paula Pimenta, Lauren Kate, Patricia Barbosa
The Wanted - Chas Newkey-Burden
Eternamente - Elizabeth Chandler

♥ Resenhei essa semana:
Uma proposta irrecusável por Jill Mansell
A sociedade Cinderela por Kay Cassidy
Bling Ring por Nancy Jo Sales

♥ Super Posts:
Dance com Stars Dance, da Selena Gomez!
As melhores temporadas das séries!
Playlist da semana!

♥ Ultima Compra: 
Box da quarta e quinta temporada de Gossip Girl e segunda e terceira de The Vampire Diaries. TO CHORANDO DE FELICIDADE ATÉ AGORA.

♥ Desejo Comprar Urgentemente:
Uma carteira nova. É verdade que carteira vermelha nunca fica sem dinheiro?

♥Conversa imaginária com personagem fictício:
"JACE, VEM SER LINDO AQUI EM CASA"

♥Eu falaria para o autor:  
"Chas, a próxima vez que você decidir escrever uma biografia da The Wanted, me chama como assistente. Meu inglês is pretty good!" (na verdade, eu falei isso e ele favoritou meu tweet U.U)

♥ Estado de Espirito Literário:
Com medo da Cassie.

♥Literary Crush: 
JACE JACE JACE JACE JACE JACE JACE JACE JACE JACE JACE JACE ALGUMA VEZ A LITERATURA VIU UM SER TÃO... JACE!!!!11!

♥ Feito da Semana: 
Estava mega desanimada em termos de leitura e li um livro por noite. KATABOOM! 

♥Queria ver no Brasil:
O box da sexta temporada de Gossip Girl pra completar minha coleção. E UM EXEMPLAR DE CLOCKWORK PRINCESS NA SARAIVA PRA ELES ENVIAREM MEU PEDIDO, QUE COISA!

♥ Im in mood for... (gênero literário do momento):
for terminar CdAP e não tentar suicídio.

♥Hey Mr, Postman:
♥ Super quote:
- Percebi que o Povo das Fadas frequentemente diz "talvez" quando há alguma verdade que deseja esconder - observou Clary. - Assim uma resposta direta é dispensável.
- Vai ver, é o caso - respondeu a Rainha, com um sorriso entretido.
- "Porventura" também é uma boa palavra - sugeriu Alec.
- "Possivelmente" também - completou Isabelle.
- Não vejo problema com "pode ser" - disse Simon. - Um pouco moderno, mas transmite a ideia.
Cidade das Almas Perdidas - Cassandra Clare - Página 37

♥ Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever):

De certa forma eu já falei sobre Slow Down, da Selena Gomez, quando falei sobre o novo álbum, mas preciso reforçar separadamente o quão incrível é a música. Tem como sair do repeat?
Beijinhos ♥

27 de jul de 2013

Playlist da semana!

Fico uma semana sem postar playlist e volto CHEIA de coisas incríveis que descobri para compartilhar com vocês. E desta vez tem para todos os gostos... Er, mentira. Meu amor por sons animados não me faz a pessoa mais ~ozada~ do mundo. Simbora dar play?
American Girl - Bonnie McKee: Eu conhecia Bonnie por fotos do seu cabelo coloridíssimo no We ♥ It e pelas suas composições de cantores que a gente ama (os melhores hits da Katy Perry, How we do (Party) da Rita Ora, Dynamite do Taio Cruz...), mas não sabia que ela também cantava. American Girl é o primeiro single da garota em muitos tempos e tem o jeitinho animado e divertido que eu amo, bem a cara de todos aqueles singles que ela escreveu e ficaram no topo das paradas.
The way we talk - The Maine: Faço nem ideia de como descobri a boy band, mas já virei fã. Eles não são de agora (essa música já tem 5 anos!), então fazem bem o estilo do que era febre alguns anos atrás. O pop rock fofo de McFly? Sim!
Embers - Just Jack: Sabia que eu fiz maratona de Gossip Girl nos últimos dias? Que saudade eu estava dessa série linda que samba nas evejosa com sua trilha sonora tão sensacional quanto o figurino. Embers, do Just Jack, é uma que voltou pra minha playlist. É meio animada, meio esquisita, meio divertida. Em outras palavras, é diferente e ótima por essa razão.
Girlfriend - Icona Pop: Estou contando que vivo num mundo onde todos já sabem de Icona Pop, a dupla sueca, e seus hits eletropop bem cara de sucesso? Girlfriend é uma das músicas mais recentes, e também das mais calminhas. E legal e tem aquele feeling moderninho que fez as garotas famosas no mundo todo.
Skinny Love - Birdy: Não sou de escutar músicas de Birdy por motivos de: ela é muito ofensiva. Pessoas de 17 anos podem ter essa voz incrível? Não, não pode! Tem também o caso que suas músicas sejam morrendo demais pro meu gosto, o que dá vontade de cortar o pulso em dose dupla. Contudo, Skinny Love me conquistou. É só voz e piano, bem lenta e linda lindíssima. Ainda acho injusto que todos o talento que Deus tinha juntado para distribuir para as crianças nascidas em 1996 tenha ficado com ela, mas enfim. 
Save me, San Francisco - Train: Já chega de ser incrível assim, né Train? Que banda que pediu pra ser divertida lá no vale do eco, pfvr. Save me, San Francisco não é tão nova assim, mas como eu não sou de baixar a discografia inteira no mesmo minuto que descubro a banda, gosto de ser surpreendida por desconhecidas. Se você me perguntar se gruda na cabeça, vou responder "Oh, hell, no", que é a parte da letra que não consigo deixar de cantarolar. 
Beijinhos ♥

26 de jul de 2013

Sorteio: Métrica!

Novo sorteio lindo: eu amo, tu amas, ele ama e nunca fui muito boa em conjugação verbal sem uso da internet, e como já saí da escola... Por que estou divagando? Não faço ideia. Mas sabe o que eu sei? Que você vai participar do sorteio de Métrica (resenha), esse livro lindo que eu amei e acho que todo mundo no mundo vai amar também - sem precisar conjugar verbo num tempo que ninguém usa fora da sala de aula. 
Para participar:
  • É necessário endereço de entrega no Brasil;
  • Todas as informações requisitadas serão conferidas, e quem não estiver seguindo todas as regras será desclassificado;
  • O sorteio será feito pelo Rafflecopter e o resultado será divulgado no blog, em até 3 dias após o término da promoção, no dia 26/08;
  • O ganhador tem um prazo de 72 horas após a divulgação do resultado para entrar em contato com o blog e enviar o endereço;
  • Os prêmios serão enviados para os ganhadores no prazo de 30 dias;
  • Não nos responsabilizamos por extravios cometidos pelos Correios.

Boa sorte ♥
Beijinhos ♥

Bling Ring por Nancy Jo Sales

Entre 2008 e 2009, as residências de Lindsay Lohan, Orlando Bloom, Paris Hilton e diversas outras celebridades foram invadidas e saqueadas. Os ladrões, um grupo de jovens criados em um endinheirado subúrbio de Los Angeles, levaram o equivalente a 3 milhões de dólares em joias, dinheiro e artigos de grife, como relógios Rolex, bolsas Louis Vuitton, perfumes Chanel e jaquetas Diane von Furstenberg. As notícias surpreendentes sobre o caso chocaram Hollywood e intrigaram o mundo. Por que esses garotos, que em nada correspondiam à tradicional imagem dos bandidos, realizaram crimes tão ousados?
A jornalista Nancy Jo Sales entrevistou todos os envolvidos, incluindo os pais e os advogados dos jovens, e até mesmo as celebridades que sofreram os assaltos. Em Bling Ring: a gangue de Hollywood, ela apresenta todos os detalhes de uma das quadrilhas mais audaciosas de nossos tempos. A história real também inspirou o filme de Sofia Coppola, estrelado por Emma Watson.

Autora: Nancy Jo Sales
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580573596
Páginas: 272 
Nota: 

Não lembro de ver as notícias sobre Bling Ring quando a história aconteceu de verdade, em meados de 2009. Mesmo assim, foi só a notícia de um novo filme de Emma Watson, filmado na casa de Paris Hilton e repleto de roupas grifadas para chamar atenção da blogueira fútil que vos escreve. O livro com capa do filme, lançado um mês antes do longa chegar aos cinemas, também não ficou pra trás. Por ser baseado em fatos reais, não é como se desse para fugir e evitar spoillers. E mesmo que essa não tenha sido uma das preocupações, vale ressaltar que esse é um temor desnecessário. Bling Ring: A guande de Hollywood, de Nancy Jo Sales, não é o romance do filme.

Sabe aquelas reportagens de revista que você fica surpresa de como são bem feitas e esclarecidas? Esse livro é assim - só que com quase 300 páginas. Diferente do que eu pensava, essa não é a história que a gente verá no cinema, com codinomes, corte de cena e descrição do interior do closet de Rachel Bilson (mentira, essa parte tem). Nancy Jo Sales produziu uma pesquisa enorme para a Vanity Fair, entrevistou os membros da Bling Ring, pessoas do meio e pessoas alheias, divagou toda a situação acerca do grupo de cleptomaníacos (porque, cá entre nós, é isso que eles são), e é esse material todo deu ideia para Sofia Coppola, não o contrário.

Ainda assim, esse não é um livro preso a fatos. Nancy colocou muito de suas opiniões sobre as informações que arrecadava, fez um verdadeiro estudo sobre as personalidades de Rachel, Nick, Tess, Alexis e Courtney, sobre o apelo da fama no mundo todo, principalmente com adolescentes, sobre a bolha que Hollywood é e o quão atrativo isso é pra quem só vê o lado glamouroso da coisa. Além disso tem também o fator econômico ou lado das relações pessoais entre os membros da Bling Ring. É engraçado ver o quão dependentes eles são entre si. Nick só fez tudo porque Rachel queria, e Tess e Alexis eram inseparáveis. Só senti falta de saber mais sobre Courtney.

Se eu soubesse do que se tratava desde o princípio, provavelmente não teria lido agora, antes do filme. Não é um romance, não tem nada de ficção aí (que o filme, mesmo baseado na realidade, tem). É interessante de ler, Nancy é perspicaz, as referências são bastante atualizadas, e tem até transcrição de diálogos da Summer, de The OC, mas repito: esse é um estudo sobre a Bling Ring e o estilo de vida Hollywood, com todas as suas implicações para reles mortais como nós que são afetados por bolsas que custam o mesmo que um carro popular. Recomendo se você é obcecado por celebridades, cleptomaníacos, programas do E! (o que é quase como a primeira recomendação) e tiver assistido o filme e adorado. De resto, não é o que se pode chamar de leitura obrigatória.
Beijinhos ♥

25 de jul de 2013

As melhores temporadas das séries!

Todo mundo tem suas temporadas favoritas em seriados. Gostar mais das tramas, dos personagens, ver tudo evoluir e acontecer o que você queria (ou não e ficar surpreso por gostar disso)... Uma temporada é um ano de trabalho com mil e uma possibilidades e acontecimentos que acaba servindo de parâmetros para o futuro e, por que não?, o passado também. Sabe quando você está falando de alguma série e acaba suspirando com "Bons tempos..."? É sobre fazer isso que quero falar hoje. Quais são as temporadas que deixaram saudade e foram insuperáveis?
The O.C. - 4ª temporada
A maioria dos fãs de The O.C. acha que a quarta temporada foi a pior e que ter parado por aí não foi nada além do esperado. Contudo, nunca escondi o quanto eu odiei Marissa desde os primórdios da série, e a temporada sem ela foi, de longe, a melhor. Começou cinco meses depois da morte da problemática e teve o inicio marcado por Ryan, Summer e Julie realmente perdidos na vida. Mas não precisou de muito tempo para entrar nos eixos e, mesmo com número de episódios reduzidos (16, perto dos mais de 24 das temporadas anteriores), teve os melhores arcos de toda a série. Os personagens ficaram mais leves, Ryan sorriu mais em dez episódios do que nos outros oitenta, sem falar que The O.C. também deu mais espaço para Taylor e Kaitlin (a Willa Holland, que faz Arrow hoje). Quando o seriado ficou realmente bom, sem precisar de Seth pra conquistar o público, terminou. Eike mundo injusto.
90210 - 3ª temporada
Foi aí que 90210 mostrou todo seu potencial. Começou com drama, terminou com drama, teve Lannie no decorrer. Na verdade, a terceira temporada da série teve vários ships lindos. Mas vamos começar pelos plots. Logo no season premiere, Beverly Hills sofre um terremoto e Javier (o personagem de Diego Boneta) morre num acidente de carro, tendo Adrianna a seu lado. Foi nessa temporada que Adrianna ficou famosa por roubar as composições de Javier, Naomi sofreu as consequências de ter sido estrupada pelo professor no season two finale, Teddy se revelou gay, Silver teve surto bipolar e Max surgiu na trama. Senior year, baby! Não dizem que é o mais agitado da vida?
Glee - 3ª temporada
Tem quem essa a mais fraca, mas a terceira temporada de Glee é a minha favorita. Alguém lembra que Blaine só entrou aí para o New Directions? Que Quinn era mó revoltada de cabelo rosa no inicio da temporada? De Sugar formando Troubletones já que Mr. Shue fez sua primeira recusa no glee club? Rachel fora das competições por ter sabotado a votação de líder estudantil? Sem falar que teve números musicais maravilhosos e episódios lindíssimos, como do Prom (em que Rachel virou rainha do baile ♥) e das Nacionais. Devido os acontecimentos recentes (ainda não caiu a ficha que não tem mais Finn/Finchel em Glee :'( ), estou considerando fazer maratona e acabar a série por aí. 
Gossip Girl - 2ª temporada
Eu tenho uma coisa especial com senior year, pode falar. Mas é consenso mundial que a segunda temporada de Gossip Girl foi a melhor de todo o seriado (mesmo eu tendo um apreço enorme pela terceira também). Sei que vamos ficar até amanhã nessa, mas vamos fazer uma síntese dos principais acontecimentos em ordem cronológica. Blair namora um lorde que é enteado da nova namorada de Nate, que está pobre e vira gigolô. Jenny abandona a escola para se dedicar a carreira de estilista, sai de casa e beija Nate (que está saindo com Vanessa e morando com os Humphrey). Serena volta com Dan, termina com Dan, se torna a rainha do colégio, briga com Blair, rouba seu lugar em Yale, volta com Dan, termina com Dan. Bart morre. Eleonor casa com Cyrus. Chuck assume as indústrias Bass e fuma haxixe na escola. Blair diz que o ama, ele a rejeita e se arrepende tarde demais. Rufus descobre que Lily teve um filho dele e o deu para adoção. Tio Jack tem um arco rápido e volta para Austrália com mais recalque que nunca. Blair arma para uma professora que lhe deu um B, acusa a mesma de ter um caso com Dan, é exposta e recusada em Yale. A professora realmente tem um caso com Dan. Blair fica com Carter, termina com Carter e volta com Nate, que parou de ignorar seus familiares manipuladores e ficou rico novamente. Serena sai com estelionatário que dá golpe no pessoal do UES, rouba as economias de Rufus e Lily manda prendê-la para impedir que ela cuide da situação sozinha. Chuck resgata Georgina de um acampamento evangélico e ela se torna bitch de novo. Blair e Nate terminam, ele faz mochilão pela Europa com Vanessa. Rufus pede Lily em casamento, Chuck se declara para Blair, Serena foge para Europa com Carter. E VOCÊ VEM ME DIZER QUE EXISTE SÉRIE MELHOR. Oi?
Pretty Little Liars - 1ª temporada
Quando Pretty Little Liars estreou, o sucesso instantâneo veio por ser diferente de tudo que estava no ar. A série tinha potencial, a produção era maravilhosa, muitos rostos novos e os livros que originaram a trama estavam entre os mais vendidos. E considerando que as temporadas que se seguiram foram uma eterna sensação de dejavu, a primeira é a melhor. Ali tudo é novo: o relacionamento de Aria e Ezra, Emily descobrindo que gosta de garotas... Todos os dramas e ships. Você reparou que todos os casais - estáveis ou não - de PLL, estão juntos desde a season one? Também não dá para esquecer de Ian infernizando as liars e aquele episódio maravilhoso com ele, Spencer, Toby e um pé de cabra num circo (?).
The Vampire Diaries - 3ª temporada
Temporadas maravilhosas (já que não estamos falando aqui de "meramente boas") incluem, além de uma trama bem feita, a capacidade de deixar um gosto enorme de quero mais e assombrar as próximas que não chegam aos seus pés. A terceira temporada de TVD é o grande motivo para o fracasso que foi a quarta (porque, convenhamos, foi mesmo). Foi tudo tão incrível e diferente e bem feito... Perdoem a falha de quem não assistiu a segunda temporada, mas, até onde sei, Klaus, o resto dos originals e híbridos só foram dar as caras de verdade aí. Foi aí também que Stefan se tornou um personagem sádico, Damon mostrou o bom coração sarcástico e Delena teve seus momentos sem perder a graça. Vale o registro de Klaroline sendo ship inalcançável, Matt descobrindo que é o último humano de verdade em Mystic Falls, Klaus querendo drenar Elena, a morte de Alaric e também a season finale MARAVILHÓÓÓSA. É uma pena que tudo isso tenha sido jogado fora...
Beijinhos ♥